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  • Flávio assume linha de frente de Bolsonaro em reta final no STF e cresce nas apostas para 2026

    Flávio assume linha de frente de Bolsonaro em reta final no STF e cresce nas apostas para 2026

    A avaliação -que, para alguns, é mais um temor- é que o ex-presidente confia mais em seus filhos e acharia justo manter no clã o espólio eleitoral. Dentro dessa lógica, Flávio seria o nome mais viável.

    MARIANNA HOLANDA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assumiu nos últimos meses a linha de frente de Jair Bolsonaro (PL) nos bastidores políticos e vem adotando uma defesa pública mais enfática do pai e dura contra o STF (Supremo Tribunal Federal). O movimento intensificou apostas de aliados para seu nome como alguém que Bolsonaro gostaria de indicar como sucessor ao Palácio do Planalto, embora o cenário ainda seja incerto.

    A avaliação -que, para alguns, é mais um temor- é que o ex-presidente confia mais em seus filhos e acharia justo manter no clã o espólio eleitoral. Dentro dessa lógica, Flávio seria o nome mais viável.

    Além disso, interlocutores que estiveram com Bolsonaro nas últimas semanas relatam que ele põe empecilhos a todos os outros nomes citados, de governadores à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A auxiliares, ele reafirmou recentemente que ela será candidata ao Senado pelo Distrito Federal.

    Por outro lado, o ex-presidente dá sinais contraditórios e, com o isolamento da prisão domiciliar, o contato com o mundo político fica restrito. Em determinado momento, segundo relatos à reportagem, ele já chegou a dizer que não quer sua família em cargos do Executivo, por acreditar que seus ocupantes são mais suscetíveis que os parlamentares a supostas perseguições do Judiciário.

    Bolsonaro já foi declarado inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Além disso, nesta sexta-feira os ministros da Primeira Turma do STF votaram, por unanimidade, para rejeitar os primeiros recursos da defesa no caso da trama golpista, no qual ele foi condenado a 27 anos de prisão -o que pode deixá-lo sem direito de concorrer até 2062.

    A iminência de um desfecho para o caso ampliou as pressões de setores da sociedade e do mundo político por uma decisão sobre 2026.

    No início do ano, havia expectativa de que, quando fosse preso, Bolsonaro anunciasse a quem gostaria de entregar o seu capital político. Com isso, os partidos de direita poderiam organizar suas candidaturas e campanhas para o próximo ano. O nome preferido era e continua sendo o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Flávio sempre negou publicamente qualquer alternativa ao pai na disputa ao Planalto e diz ser candidato à reeleição no Senado, mas seu nome se mantém na bolsa de apostas há meses. Como a Folha de S.Paulo mostrou em julho, aliados diziam à época que a disputa estava afunilando entre o senador e Tarcísio.

    Desde então, o ex-presidente foi colocado em prisão domiciliar antes do esperado, em agosto. Outros nomes surgiram para a sucessão, notadamente, de governadores de direita e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em paralelo, a atuação deste nos Estados Unidos levou a tarifas a produtos brasileiros, além de sanções a ministros do STF.

    Nesse movimento, Tarcísio teria se desanimado para a disputa. Ele visitou Bolsonaro mais de uma vez, repetindo na saída que é candidato à reeleição em São Paulo. A interlocutores, diz que só deixaria o Palácio dos Bandeirantes se fosse a pedido do ex-presidente -algo que, até o momento, não teria sido formalizado.

    Bolsonaro, por sua vez, diz que este não é o momento de decidir quem indicará, só mais adiante, sem dizer quem escolherá ou qual o prazo que definiu.

    Parte dos interlocutores do ex-presidente acredita que o governador será mesmo o candidato, e que há alguma espécie de acordo tácito entre Tarcísio e Bolsonaro para que o anúncio seja feito apenas no próximo ano, antes da janela partidária.

    ATUAÇÃO NOS BASTIDORES
    Enquanto isso, Flávio mantém a interlocução primordial com o mundo político. Ele discute candidaturas internamente e com outros partido, como porta-voz do pai, um papel de bastidor que ele já é conhecido por exercer.

    Flávio foi escalado pelo pai para ir aos Estados Unidos conversar com Eduardo para “alinhar discurso” com o irmão. O deputado adotou um tom mais radical desde que foi para o exterior e não tem poupado ataques a aliados de direita, em especial Tarcísio. A troca de farpas pública é algo que incomoda Bolsonaro.

    Aliados de Eduardo dizem que eles conversaram sobre 2026 e que os dois estarão juntos apoiando o mesmo candidato que o ex-presidente.

    O senador também tem intensificado ataques ao governo Lula (PT), sobretudo no que diz respeito à segurança pública, e ao STF.
    Dos filhos, Flávio sempre foi o mais moderado e defendia uma anistia “a todos, inclusive a Moraes”. Depois, adotou tom mais crítico e passou a defender o impeachment do magistrado.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo em junho, ele disse que um eventual candidato, para receber o apoio do pai, deve não só conceder indulto a ele, mas brigar com o Supremo por isso, se preciso.

    Ele também participa de conversas e eventos políticos, em nome do pai. Na última sexta (7), foi à posse do novo conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo, Wagner Rosário, que foi ministro da CGU de Bolsonaro. O evento serviu como uma espécie de desagravo ao ex-presidente.

    Tarcísio, em seu discurso, disse que gratidão não prescreve e fez um gesto ao senador. “Queria agradecer muito as presenças especiais dos senadores Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro. E dizer, Flávio, que teu pai está presente aqui conosco: você representa o presidente Jair Bolsonaro, que não está aqui, mas, com certeza, está muito feliz com a posse do Wagner de Campos Rosário”, afirmou.

    Wagner Rosário também lembrou de Bolsonaro e embargou a voz para falar do ex-presidente. Segundo relatos, os presentes ficaram emocionados, inclusive Flávio.

    Nas redes sociais, o senador também publicou uma foto com Wagner e Tarcísio e disse que dias melhores virão.

    “Jair Bolsonaro era quem deveria estar na Mesa de Honra comemorando com a gente sua merecida posse no TCE/SP, mas a perseguição implacável, covarde e ilegal não permitiu. Dias melhores virão, para o Brasil e para São Paulo contigo numa missão tão especial. Parabéns pela certeira indicação, Tarcisão!”, escreveu.
    Em participação por videoconferência na inauguração da sede regional do PL em Atibaia, Flávio insistiu que o pai será eleito novamente presidente da República.

    “Podem ter certeza: a gente não vai desistir do nosso Brasil. O presidente Bolsonaro está passando por esse momento de perseguição, mas a gente vai dar uma resposta a cada um que hoje promove essa perseguição implacável desleal e injusta. Porque a gente vai junto subir a rampa em Brasília pela eleição do nosso presidente Bolsonaro”, afirmou.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Lembra dela? Ex-Casa dos Artistas comemora 57 anos: 'agradecer'

    Lembra dela? Ex-Casa dos Artistas comemora 57 anos: 'agradecer'

    Casada com o lutador Eduardo Santoro, Syang é mãe de duas filhas, Manuela e Nina. Em uma publicação nas redes sociais, a artista comemorou o aniversário com uma mensagem de gratidão. “Hoje é o primeiro dia do meu ano novo, mais um ano dado por meu Deus! Sou muito grata por tudo e por todos em minha vida, só tenho a agradecer. Meu aniversário!”, escreveu.

    A cantora e guitarrista Syang, que participou da segunda edição do reality Casa dos Artistas, exibido pelo SBT em 2002, completou 57 anos nesta sexta-feira (7). Atualmente, ela mora na Califórnia, nos Estados Unidos, onde trabalha como instrutora de jiu-jítsu.

    Casada com o lutador Eduardo Santoro, Syang é mãe de duas filhas, Manuela e Nina. Em uma publicação nas redes sociais, a artista comemorou o aniversário com uma mensagem de gratidão. “Hoje é o primeiro dia do meu ano novo, mais um ano dado por meu Deus! Sou muito grata por tudo e por todos em minha vida, só tenho a agradecer. Meu aniversário!”, escreveu.

    Durante sua participação na Casa dos Artistas 2, Syang se destacou pela personalidade forte e chegou a se aproximar do modelo Gustavo Mendonça, o que causou ciúmes em seu então marido e empresário, Daniel Sabbá. Ele morreu em março deste ano.

    Ainda em 2002, ano em que participou do reality, Syang lançou o livro de contos eróticos No Cio, no qual relatou experiências sexuais próprias e de amigos.

    A artista, que ficou conhecida nos anos 1990 por sua carreira no rock nacional e por integrar a banda de heavy metal PUS, hoje leva uma vida mais reservada nos Estados Unidos, dedicando-se ao esporte e à família.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Passageira angolana morre durante voo da TAAG com destino a Maputo

    Passageira angolana morre durante voo da TAAG com destino a Maputo

    A passageira teria se sentido mal, tendo os membros da tripulação prestado os primeiros socorros. No entanto, o óbito acabou por ser declarado à chegada a Maputo, em Moçambique, após serem realizadas diligências por parte das autoridades e dos serviços aeroportuárias.

    Uma passageira de um voo da companhia aérea angolana TAAG morreu durante a madrugada deste sábado, tendo o óbito sido declarado após a chegada a Maputo, Moçambique.

    Em comunicado, a companhia informou que, durante o voo DT5781, realizado na madrugada do dia 8 de novembro, foi registrada uma emergência médica a bordo envolvendo uma passageira angolana adulta, que estava acompanhada do marido.

    “Assim que a tripulação tomou conhecimento da situação de saúde da passageira, foram prestados os primeiros socorros imediatamente, e também solicitado apoio médico de emergência para a chegada”, diz a nota.

    No entanto, as autoridades médico-legais de Moçambique declararam o óbito da passageira no local.

    Ainda segundo o comunicado, foram realizadas diligências pelos serviços de saúde do aeroporto e perícias das autoridades de investigação a bordo da aeronave, com o objetivo de coletar evidências sobre as causas da morte.

    Após a conclusão dos procedimentos legais, o avião foi devidamente higienizado e desinfetado, conforme os regulamentos aplicáveis.

    “A companhia expressa as mais sinceras condolências e profundo pesar à família e aos amigos da passageira, reafirmando total colaboração com as autoridades moçambicanas e o acompanhamento de novos desdobramentos junto à família enlutada”, conclui o comunicado da TAAG.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • China e EUA suspendem por um ano taxas portuárias mútuas

    China e EUA suspendem por um ano taxas portuárias mútuas

    A China e os Estados Unidos irão suspender a partir de segunda-feira as taxas portuárias mútuas impostas em outubro, no âmbito da última crise comercial anterior aos acordos assinados pelos presidentes dos dois países, Xi Jinping e Donald Trump.

    Especificamente, conforme indicado no final de outubro pelo Ministério do Comércio da China, essas taxas serão suspensas por um ano após Washington encerrar, em 10 de novembro, as investigações sobre os setores marítimo, logístico e de estaleiros navais do gigante asiático.

    Essas “taxas portuárias especiais” aplicadas a navios norte-americanos foram anunciadas em 10 de outubro pelo Ministério dos Transportes da China, em resposta a uma medida semelhante adotada pelos Estados Unidos em abril contra embarcações chinesas. Ambas as medidas entraram em vigor apenas quatro dias depois de serem anunciadas.

    Desde 14 de outubro, a China vinha aplicando tarifas adicionais por viagem a navios de propriedade, operação ou bandeira americana, bem como àqueles construídos nos EUA ou pertencentes a empresas com pelo menos 25% de capital norte-americano.

    As taxas aplicadas eram de 50 dólares (cerca de R$ 270) por tonelada líquida aos navios chineses que atracavam em portos dos EUA, valor que aumentaria em 30 dólares por ano até 2028. Já os navios americanos que chegavam aos portos chineses pagavam 56 dólares por tonelada líquida, com aumento gradual até 157 dólares também até 2028.

    Tanto representantes do setor quanto analistas alertaram que essas medidas elevariam os custos operacionais do transporte marítimo, podendo causar mudanças nas rotas comerciais ou reduções nos volumes de carga, em um setor já pressionado pelo aumento do preço dos combustíveis e pela fragilidade do comércio global.

    De acordo com estimativas da consultoria Alphaliner, citadas pela agência EFE, se as taxas fossem mantidas, as dez maiores companhias marítimas poderiam pagar até US$ 3,2 bilhões (cerca de € 2,7 bilhões) em tarifas americanas até 2026. Desse total, a estatal chinesa Cosco seria responsável por aproximadamente US$ 1,53 bilhão (cerca de € 1,3 bilhão).

    Além das taxas portuárias, China e Estados Unidos também concordaram em reduzir algumas tarifas impostas nos últimos meses, suspender certas restrições de exportação — como as anunciadas pela China em outubro sobre terras raras — e retomar o comércio agrícola entre os dois países.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Mulher atira bebida quente em gerente do McDonald's nos EUA; vídeo

    Mulher atira bebida quente em gerente do McDonald's nos EUA; vídeo

    A mulher já foi identificada pelas autoridades, depois de compartilharem o vídeo nas redes sociais. No entanto, ainda não foi possível localizá-la. Supostamente, a suspeita ficou chateada por ter estado mais de uma hora à espera do pedido, tendo atirado uma bebida quente nas costas da gerente do estabelecimento de fast food.

    Uma mulher jogou uma bebida quente em uma funcionária de um McDonald’s em Michigan, nos Estados Unidos. O momento foi registrado por clientes que estavam no local.

    De acordo com o New York Post, citando as autoridades, a mulher — identificada como Casharra Brown — foi vista discutindo com a gerente do restaurante na manhã da última terça-feira, 4 de novembro.

    Segundo relatos, Brown reclamava que seu pedido feito online havia demorado mais de uma hora e exigia um reembolso.

    “O café já está pronto. Essa é a única cobrança que será feita. O reembolso pode levar até 48 horas”, explicou a funcionária.
    No momento em que a atendente virou de costas, Casharra Brown jogou o líquido quente nas costas dela, gritando:

    “Vai se f*****, vadia!”.
    No vídeo, é possível ouvir a funcionária gritando de dor após ser atingida pelo café. De acordo com a Fox News, ela sofreu ferimentos leves.

    O Departamento de Polícia de Buena Vista compartilhou o vídeo nas redes sociais para tentar identificar a agressora, e recebeu cerca de 100 denúncias. Pouco depois, o jornal MLive informou que foi emitido um mandado de prisão contra Casharra Brown.

    “Devemos ter recebido cerca de 100 denúncias”, disse o detetive Russ Pahssen à imprensa, acrescentando que as autoridades já sabiam o endereço da suspeita, de 48 anos, mas ainda não haviam conseguido localizá-la.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Cristiano Ronaldo relembra morte do filho: "Aprendi muitas coisas"

    Cristiano Ronaldo relembra morte do filho: "Aprendi muitas coisas"

    Cristiano Ronaldo lembrou um dos mais trágicos acontecimentos que nos últimos anos abalou a sua família. O jogador de futebol recordou, em entrevista a Piers Morgan, a morte do filho Ángel como “um período difícil, mas bom”.

    A entrevista de Cristiano Ronaldo a Piers Morgan continua rendendo assunto. O craque português abriu o coração em uma conversa intimista conduzida pelo jornalista britânico.

    Além de ter falado pela primeira vez sobre a polêmica em torno de sua ausência no funeral de Diogo Jota, CR7 abordou um dos momentos mais trágicos que abalaram sua família nos últimos anos: a morte do filho Ángel.

    Georgina Rodríguez e Ronaldo se preparavam para ser pais de um casal de gêmeos, após o nascimento de Alana Martina, a primeira filha do casal. No entanto, nem tudo saiu como o esperado, e os bebês acabaram nascendo prematuros. Ángel nasceu em 18 de abril de 2022, mas não resistiu, enquanto a irmã gêmea, Bella Esmeralda, conseguiu sobreviver.

    “Na última vez que conversamos, você havia passado por um momento muito triste na sua família. Perdeu seu filho bebê, e já falou com emoção sobre isso. Esse tipo de experiência pode abalar um relacionamento ou torná-lo mais forte. Claramente, no seu caso, parece ter fortalecido a relação. Você sente isso?”, perguntou Piers Morgan.
    Cristiano Ronaldo, de 40 anos, confirmou que o período difícil que viveu ao lado de Georgina reforçou o amor entre os dois e tornou a união ainda mais sólida.

    “Às vezes, nos relacionamentos, há bons e maus momentos — faz parte. Mas provavelmente, durante esse período, fortalecemos ainda mais nossa relação por causa do que aconteceu”, afirmou.
    “Mesmo nos piores momentos, é preciso tentar manter a calma e encontrar equilíbrio. Foi um período muito difícil, mas, honestamente, foi bom. Aprendi muitas coisas e passei a ver a vida sob novas perspectivas”, acrescentou o jogador.

    Ao relembrar o nascimento conturbado dos gêmeos, Ronaldo destacou a importância da presença de Bella Esmeralda na família:

    “Minha filha, que agora tem três anos, é a rainha da casa. Ela é quem traz alegria para a família. Tudo acontece por um motivo — eu acredito muito nisso.”

    Cristiano Ronaldo também é pai de Cristianinho, de 15 anos, e dos gêmeos Eva e Mateo, de 8 anos, nascidos por meio de barriga de aluguel. Já Alana Martina, que completa 8 anos em 12 de novembro, e Bella Esmeralda, de 3 anos, são filhas de seu relacionamento com Georgina Rodríguez.

    O casal mostrou que está mais unido do que nunca ao anunciar o noivado em agosto deste ano. Juntos desde 2016, eles devem se casar em breve — embora, segundo o próprio jogador, a data ainda não esteja definida.

    “Ainda não decidimos a data. O plano é que seja depois da Copa do Mundo de 2026 — com o troféu”, revelou Ronaldo na entrevista a Piers Morgan.

     

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Se o seu smartphone superaquece, o melhor é ver o que está acontecendo. A solução pode passar por ter atenção a algumas funções, como deixar aplicativos em segundo plano ou ter a tela com brilho máximo.

    O superaquecimento do celular é um problema que pode acontecer em diversas situações e causar bastante preocupação. No entanto, em muitos casos, a solução é simples.

    Como lembra o site brasileiro TechTudo, o primeiro passo é prestar atenção aos fatores externos. O celular não deve ficar exposto ao sol forte nem em ambientes muito quentes ou abafados. Atividades que exigem muito do hardware — como jogos com gráficos avançados ou programas de edição de alta resolução — fazem o processador trabalhar mais e aumentam a temperatura do aparelho.

    Mas o segredo também pode estar em funções do dia a dia, como deixar aplicativos rodando em segundo plano o tempo todo. Isso não só faz o smartphone esquentar, como também consome mais bateria e deixa o sistema mais lento. Fechar os aplicativos quando não estiver usando ajuda a melhorar o desempenho geral do aparelho.

    Outra possível causa é o carregamento. Durante esse processo, o celular sempre aquece um pouco, mas se o carregamento for rápido ou se o aparelho for usado enquanto carrega — por exemplo, para assistir a vídeos, jogar ou fazer chamadas longas — o calor aumenta e a bateria perde eficiência com o tempo. O ideal é deixar o celular carregando em uma superfície firme e ventilada, sem usá-lo.

    Os especialistas também alertam para a importância de manter o software atualizado e ajustar o brilho da tela. Esse é um dos componentes que mais consome energia: quando o brilho está no máximo, o celular esquenta mais. A solução é simples — ativar o brilho automático, para que o aparelho ajuste a luminosidade conforme o ambiente, proporcionando conforto visual e menor gasto de energia.

    Se nenhuma dessas medidas resolver o problema, o melhor é procurar assistência técnica, pois o superaquecimento pode estar relacionado a um defeito na bateria ou em outros componentes internos.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • EUA aceitam que Hungria compre petróleo russo apesar de sanções

    EUA aceitam que Hungria compre petróleo russo apesar de sanções

    A Hungria recebeu isenções “gerais” e “por tempo indeterminado” das sanções norte-americanas sobre duas grandes petrolíferas russas, afirmou hoje o primeiro-ministro Viktor Orbán, após uma reunião em Washington com o presidente Donald Trump. 

    “A Hungria continuará tendo os preços de energia mais baixos. Recebemos uma isenção para os oleodutos da Turquia e Druzhba (Amizade)”, declarou Viktor Orbán na capital norte-americana à emissora pública M1.

    “Este é um acordo geral, sem prazo determinado”, enfatizou o primeiro-ministro húngaro, de orientação nacionalista e admirador declarado do presidente norte-americano.

    No início da reunião na Casa Branca, Donald Trump afirmou estar analisando a possibilidade de a Hungria continuar comprando petróleo e gás da Rússia, apesar das sanções impostas a Moscou.

    “Estamos analisando a situação. [Os húngaros] estão enfrentando dificuldades para obter petróleo e gás de outras regiões”, disse Trump aos jornalistas.

    O líder norte-americano comentou que a Hungria “é um grande país, mas não tem mar, não tem portos e, por isso, enfrenta um problema difícil” para conseguir fontes de energia em outros locais.

    Nesse sentido, observou que “a Hungria está em uma situação diferente” em comparação com outros países europeus, que — sem citar nominalmente — criticou por “continuarem comprando petróleo e gás da Rússia”, apesar das exigências de Washington para que cessem esse abastecimento, como forma de pressionar o Kremlin a encerrar a guerra na Ucrânia.

    “Muitos países europeus compram petróleo e gás da Rússia, e já fazem isso há anos, e eu me pergunto: qual é o sentido disso?”, questionou.

    A Hungria, que se opõe às sanções aplicadas à Rússia desde o início da invasão da Ucrânia e mantém boas relações com Moscou, é altamente dependente das importações de gás e petróleo bruto russos, que representam 85% e 65% de seu consumo, respectivamente.

    O primeiro-ministro húngaro havia explicado, antes do encontro na Casa Branca, que a questão mais “séria e importante” da reunião seria garantir exceções às sanções norte-americanas contra as empresas petrolíferas russas.

    Embora Orbán seja considerado um aliado, o presidente norte-americano havia indicado anteriormente que não concederia à Hungria tratamento preferencial nas sanções recentemente impostas às companhias russas Rosneft e Lukoil.

    Depois de suspender um plano de reunião previamente anunciado com o presidente russo, Vladimir Putin, em Budapeste, Donald Trump declarou continuar disposto a realizar um encontro na capital húngara.

    “No fim, decidi que não queria que [a reunião com Putin] acontecesse, porque não achei que resultaria em algo importante. Mas, se acontecer, gostaria que fosse em Budapeste”, afirmou.

    Em outubro passado, o presidente norte-americano havia anunciado, após uma conversa telefônica com o líder russo, que ambos se reuniriam em Budapeste para discutir uma forma de encerrar o conflito na Ucrânia, em curso desde fevereiro de 2022.

    No entanto, o encontro — que nunca teve uma data definida — foi adiado indefinidamente após uma conversa telefônica entre o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov.

    “A disputa fundamental é que eles simplesmente ainda não querem parar [a guerra]. Mas acredito que vão parar”, disse o político norte-americano, observando que o conflito teve “um grande impacto” tanto na Ucrânia quanto na Rússia.

    O primeiro-ministro húngaro defendeu que a Hungria e os Estados Unidos são os únicos países que realmente buscam a paz na Ucrânia.

    “Todos os outros governos preferem continuar a guerra, porque muitos acreditam que a Ucrânia pode vencer na linha de frente — o que é um completo mal-entendido da situação”, criticou Orbán.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Amigo do príncipe William morre após queda de hotel em Londres

    Amigo do príncipe William morre após queda de hotel em Londres

    Ben Duncan, conhecido pela sua participação no reality show Big Brother e amigo próximo do príncipe William e da princesa Kate Middleton, morreu tragicamente após cair do telhado de um hotel em Londres.

    Ben Duncan, de 45 anos, amigo e colega de faculdade do príncipe William e da princesa Kate Middleton, morreu tragicamente na última quinta-feira, 6 de novembro, após cair do telhado (no sétimo andar) de um hotel em Londres.

    Duncan ficou famoso no Reino Unido por ter participado do reality show Big Brother, em 2010, e não resistiu à queda de aproximadamente 30 metros do bar do hotel Trafalgar St. James, na capital inglesa.

    Ao jornal Daily Mail, a Polícia Metropolitana de Londres confirmou que o socialite foi declarado morto no local e que a morte “é inesperada, mas não suspeita”.

    Equipes de emergência, incluindo o serviço aéreo de ambulância de Londres, foram chamadas ao local às 22h59.

    Duncan também participou de programas de televisão como Come Dine With Me, Ladette to Lady e Celebrity Coach Trip.

    O socialite conheceu os príncipes de Gales na Universidade de St Andrews, na Escócia — o mesmo local onde o casal se conheceu — e fazia parte do círculo íntimo de amigos de Kate e William.

    Além da realeza, Ben Duncan tinha outros amigos influentes, como o político Lord Peter Mandelson, o ex-parlamentar e atual apresentador Michael Portillo, e o designer e decorador de interiores Nicky Haslam.

    O apresentador Mike Hollingsworth publicou uma homenagem em sua página no Facebook:

    “Meu querido amigo Benjamin Duncan nos deixou. Ele viveu a vida como Peter Pan — o menino que nunca cresceu. Sentiremos muito a sua falta; seus inúmeros amigos aprenderam a amar seu charme, sua inteligência, seu riso contagiante e seu senso de estilo inato. O mundo é um lugar mais pobre com a sua partida. Descanse em paz, Benji.”

    Outro amigo, que preferiu não se identificar, também falou ao Daily Mail:

    “Embora tenha participado de reality shows, as verdadeiras paixões de Ben eram a política e a música. Nos últimos anos, ele se tornou mais reservado e sofria de insônia. É realmente devastador que ele tenha partido tão cedo.”

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil

  • Turquia emite um mandado de detenção contra Netanyahu

    Turquia emite um mandado de detenção contra Netanyahu

    Um tribunal da Turquia emitiu mandados de detenção contra 37 altos funcionários israelitas, incluindo o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. Em causa estão acusações de “genocídio e crimes contra a humanidade” que Israel “perpetrou sistematicamente” em Gaza. 

    Um tribunal de Istambul, na Turquia, emitiu nesta sexta-feira mandados de prisão contra 37 altos funcionários do governo israelense, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. As acusações envolvem “genocídio e crimes contra a humanidade” que Israel teria “cometido sistematicamente” em Gaza.

    Entre os acusados estão, além de Netanyahu, o ministro da Defesa Yisrael Katz, o ministro da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir e o chefe do Exército, tenente-general Eyal Zamir.

    Os mandados de prisão foram emitidos a pedido da Procuradoria-Geral de Istambul, que, segundo comunicado citado pela agência de notícias turca Anadolu, afirmou que a decisão é o “resultado do genocídio sistemático e dos crimes contra a humanidade cometidos pelo Estado de Israel em Gaza até o momento”.

    A procuradoria citou como exemplo o caso de Hind Rajab, uma menina de seis anos morta a tiros por soldados israelenses em 29 de janeiro de 2024.

    “Desde 7 de outubro de 2023, essas ações têm se intensificado diariamente. O ataque de 17 de outubro de 2023 ao Hospital Batista Al-Ahli causou a morte de 500 pessoas; em 29 de fevereiro de 2024, soldados israelenses destruíram deliberadamente equipamentos médicos; em 21 de março de 2025, o Hospital da Amizade Turco-Palestina foi bombardeado; várias outras instalações de saúde também foram atacadas de forma semelhante; Gaza foi colocada sob bloqueio, e as vítimas ficaram impedidas de receber ajuda humanitária”, destacou o comunicado.

    O documento também mencionou o incidente com a Flotilha Global Sumud, em que ativistas que se dirigiam a Gaza para entregar ajuda humanitária foram atacados pela Marinha israelense em águas internacionais.

    “À luz das provas obtidas, determinou-se que os funcionários do Estado de Israel são criminalmente responsáveis pelos atos sistemáticos de ‘crimes contra a humanidade’ e ‘genocídio’ cometidos em Gaza, bem como pelas ações contra a Frota Global Sumud”, afirmou a procuradoria.

    Assim, foi determinado que “os suspeitos não poderiam ser presos, uma vez que não se encontram atualmente na Turquia”, mas o Tribunal Criminal da Paz de Istambul emitiu “mandados de prisão contra 37 suspeitos, incluindo o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa Yisrael Katz, o ministro da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir, o chefe do Estado-Maior General Eyal Zamir e o comandante da Marinha David Saar Salama, sob as acusações de ‘crimes contra a humanidade’, conforme o artigo 77, e ‘genocídio’, conforme o artigo 76 do Código Penal turco”.

    Turquia é um dos países mais críticos da guerra em Gaza
    A Turquia, um dos países mais críticos da guerra iniciada na Faixa de Gaza pelo exército israelense após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, já havia se juntado ao processo de genocídio contra Tel Aviv apresentado pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) no ano passado.

    Desde 10 de outubro, está em vigor um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, a primeira fase de um plano de paz proposto pelo então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após negociações indiretas mediadas pelo Egito, Qatar, Estados Unidos e Turquia.

    Essa fase da trégua envolveu a retirada parcial do exército israelense até a chamada “linha amarela” — demarcada pelos Estados Unidos como fronteira entre Israel e Gaza —, além da libertação de 20 reféns mantidos pelo Hamas e de 1.968 prisioneiros palestinos.

    O cessar-fogo busca encerrar dois anos de guerra em Gaza, iniciada após o ataque do Hamas que deixou cerca de 1.200 mortos e 251 sequestrados em Israel.

    A retaliação israelense resultou em pelo menos 68.876 mortos — entre eles mais de 20 mil crianças — e 170.679 feridos, a maioria civis, segundo números atualizados pelas autoridades locais (incluindo vítimas de violações do cessar-fogo por parte de Israel), considerados confiáveis pela ONU.

    Além disso, há milhares de desaparecidos, soterrados sob escombros ou espalhados pelas ruas, e muitos outros morreram de doenças, infecções e fome, resultado de mais de dois meses de bloqueio à ajuda humanitária e da posterior entrada limitada de mantimentos, distribuídos em pontos considerados seguros pelo exército — que, por vezes, abria fogo contra civis famintos.

    A ONU já havia declarado Gaza em grave crise humanitária, com mais de 2,1 milhões de pessoas em situação de fome, e registrou “o maior número de vítimas já observado” em seus estudos sobre segurança alimentar no mundo. Em 22 de agosto, a organização declarou oficialmente o estado de fome na cidade de Gaza e arredores.

    No fim de 2024, uma comissão especial da ONU acusou Israel de genocídio em Gaza e de usar a fome como arma de guerra, situação também denunciada pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça — e classificada da mesma forma por diversas organizações internacionais de defesa dos direitos humanos.

    Fonte: Gazeta Mercantil

    Gazeta Mercantil